Reconstruction and Reconversion of the Santa Maria Flor da Rosa Monastery into a Pousada
Ref: 482
ARCHITECTURE: João Luís Carrilho da Graça _______________________________________________ ADDRESS: Mosteiro da Flor da Rosa, Crato _______________________________________________ CITY: Crato ______________________________________________ DATE: 1990-1995, 2007-2009 _______________________________________________ VISIT: Inside - Outside _______________________________________________ MORE DETAILS: In the 1940’s, the Monastery of Santa Maria da Flor da Rosa was practically in ruins, with the church destroyed. Architect Carrilho da Graça when adapting it into a Pousada chose a conservative restoration posture, assuming it as a historically documented building, ideal to visit and contemplate. The strategy was faithful to the Venice Charter, resulting, in part, from the difficulty to discover a new program. The proposed extension is also faithful to the principals of that Charter: it gives testimony to the present, but it is circumscribed to the pre-existing building. The introduction of new architectural elements, assumed a contrast between the old and the new, and so creating distance from the mimetic postures that so often discredit and forge the historic legacy of the generations that precede us. In 2007 the second intervention was carried out, proceeding to the recuperation of the spaces of the Monastery of Flor da Rosa that were attached to the Portuguese Institute of Architectural Heritage. _______________________________________________
[SEPARADOR]
Arquitectura
João Luís Carrilho da Graça
Localização
Mosteiro da Flor da Rosa, Crato
Visita
Interior | Exterior
Sobre a obra...
Nos anos quarenta do século passado, o Mosteiro de Santa Maria de Flor da Rosa encontrava-se praticamente em ruínas, com a igreja derruída. O arquitecto Carrilho da Graça ao adaptá-lo a Pousada optou por uma postura de restauro conservadora, assumindo o edifício como um documento histórico, ideal para se visitar e contemplar.
Foi uma estratégia de intervenção fiel à Carta de Veneza, resultado, em parte, da dificuldade em encontrar um novo programa. A ampliação proposta é também fiel aos princípios dessa Carta: dá o testemunho do presente, mas circunscreve-se ao edifício preexistente.
A introdução dos novos elementos arquitectónicos, assumiu o contraste entre o velho e o novo, distanciando-se assim das posturas miméticas que tantas vezes desvirtuam e falsificam o legado histórico das gerações que nos antecederam.
Em 2007 procedeu-se a uma segunda intervenção que visou a recuperação dos espaços afectos ao IPPAR do Mosteiro de Flor da Rosa.